
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Pequenez

terça-feira, 3 de novembro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Homenageando
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estávamos eu, minha amiga deinha e o cara que conserta ar condicionado no elevador quando, de repente, o mesmo disparou:
domingo, 18 de outubro de 2009
Me olha que eu gosto!
Um homem sentado na minha frente trajava uma camisa com a estampa de Che Guevara no verso. Ele parecia olhar pra mim. Estou falando de Che. O homem estava de costas. Che estava olhando pra mim. E ele não disfarçava!
Por vezes, entre curvas e sinais fechados, ele me observava melhor ou se escondia junto ao homem. Eu não me senti desconfortável, não mesmo! Afinal, mais interessada eu estava nele. Será que o homem por detrás daquela camisa conhecia El Che? Saberia ele que esse grande revolucionário foi um médico? Representaria aquele símbolo uma ideologia de vida? Ou será que ganhou essa camisa de presente? Ele poderia nem imaginar os pensamentos que suscitava nas pessoas ao redor. Eu não devo ter sido a única a notar isso dentro daquele ônibus. Alguém mais deve ter visto!
domingo, 27 de setembro de 2009
Em um ponto de ônibus longínquo
Viajei da Bélgica para Paris, advinha, de ônibus - foram 6 horas de viagem. Chegando lá, fiz um tour para conhecer a cidade com Les Cars Rouges (ônibus vermelhos para turistas). De lá de cima vi muita coisa diferente, muita coisa estranha e muita coisa "igual".
Havia um velhinho no ponto de ônibus, tranquilo, esperando o seu buzú. Ele devia se chamar Jacques, ser viúvo e ter sido um músico talentoso em sua juventude... ou seria apenas minha imaginação? Eu não o conhecia, e não desci para perguntar, mas senti que o reconhecia.
Na minha terra, em minha cultura, eu já vi essa cena antes. Quantos velhinhos serenos existem por aí? Com essa pose e essa boina, poucos, mas ainda sim velhinhos, com cabelos grisalhos e muitas estórias para contar. Sozinhos em pontos de ônibus, observando o movimento da rua, lembrando dos bons e velhos tempos e nos fazendo refletir sobre o tempo de hoje... Não conheci o passado deste senhor mas tenho tanta saudade quanto ele - ou quase - em minha limitação, em minha imaginação de que sempre há tempo para fazer de hoje os "bons tempos" de amanhã.
Estou de volta à ativa no blog. Aguardem! rs







